domingo, 31 de janeiro de 2010
Um brinde à imperfeição!
sábado, 5 de dezembro de 2009
Outro Dia
Outro Dia
Tanta coisa tenho pra dizer
Pouco tempo tenho pra falar
Pra fazer você entender
Quanto posso te amar
Não vou me entregar agora
Sem saber se você vai atrás
Nem fazer promessas falsas
Isso não se faz
Um outro dia virá,
E será como nunca sonhamos
Verá que tem futuro, e vai dar certo
Todos nossos planos
É que eu não quero mais
Usar palavras complicadas
Pra dizer a mesma coisa
Do mesmo jeito
Sabe, as pessoas estão erradas
Existe sim, lugar perfeito
Quando estou com você
Pra fazer valer a pena
Dominar esse olhar
Que me envenena
É a beleza que me traz
Linda, linda e muito mais
Um outro dia virá,
E será como nunca sonhamos
Verá que tem futuro, e vai dar certo
Todos nossos planos
Você será feliz
E digo mais
Vamos viver a vida
E é capaz
De isso ser pra sempre
Mesmo começando assim
Tão de repente
domingo, 29 de novembro de 2009
Para ter o que se quer amanhã, tem que ser melhor do que é hoje!
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Três vezes você
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terça-feira, 3 de novembro de 2009
Medo. Medo? Medo!
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Final de campeonato
Para fazer da tragédia uma comédia, não é preciso só de humor. E mesmo que consiga, será somente pra quem vê e não pra quem sente! E aí, muito de repente, da forma que você queria que acontecesse, mas não esperava, a vitória vem nos acréscimos da partida da semi-final. Desculpas pela comparação rícula com futebol, mas de outra forma não se entende, ou fica claro demais.
Só que sempre quem comemora demais na semi-final, chega na final e perde! Por isso contentar somente com o que pode vir é o caminho mais certo, pelo menos parece... Ou é só desculpa para não vir a sofrer mais caso a derrota apareça!
Sem mais...
Fui
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Mal por saber e bem por estar
Fácil seria fazer teatro e fingir que nada acontece; se acomodar e deixar ir embora; ficar como está.
Difícil é saber que tudo vai indo rápido demais e que logo passará; sentir-se mal por saber e bem por estar; sorrir ao te ver, prantear por entender, sem dizer no que vai dar.
Fácil era imaginar os momentos. Difícil é ver que não foram reais.
E agora, que falta me faz o mar! Que falta me faz parar de pensar, ou pensar sem parar.
Que falta me faz aquela dor que fazia bem, e agora tanto sufoca.
Que falta me faz sentir fome, ou sentir sede! Ser esmagado pela parede, que me prende.
Entende? Eu tô querendo te chamar.
Você pode estar bem, e também pode melhorar. Vai melhorar.
Fácil seria ser egoísta. Difícil é ser altruísta; controlar o instinto que tenho e deixar rolar.
Escrever um monte de palavras, e depois querer apagar.
sábado, 12 de setembro de 2009
You need to find how to read
Com motivo demudado,
Até que não agoniado,
Reitero o que quero,
Tanto quanto altero,
As palavras no enunciado.
Escrevo uma carta em branco,
Minuciosamente sendo franco
Buscando ao seu entender,
Raciocínio esmerado,
Aliar-se, peço, ao meu viver.
Nunca vi um outro ser,
Carecido de seu parecer
Ou assim tão aliciado.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
E agora?
Somente rir não me apetece mais. Presença alguma fará diferença. Incutes que prossiga assim, mas assim não posso. Esterelizado sinto-me, ora por escassez, ora por excesso. Noite?! Sigo adentro, sem hora de partida ou de chegada. Tolo por contar patranha para iludir,
Mas sábio por usá-la para fazer rir.
Assim seja talvez meu modo de cativar. Não tão ordinário como aparenta; só irracional e livre. Fato é que sim, tive essa vontade desde o primeiro momento.
E agora?
Bom, agora o jogo virou, e como não estou acostumado a jogar nesse campo, cá perdido me encontro. E sim: "It's just a game!"
Pareço idiota ao tratar como jogo? Bom, eu não ligo!
E eu que me peguei pensando em abdicar de toda essa complexidade indireta, que auxília minha compreensão solitária, em troca de fazer quem não pode, entender tudo o que quero dizer.
Analisando com mais calma, esse é talvez o único poder que aqui me resta, e os demais podem interpretar do jeito que for mais plausível dentro de suas vidas.
Se não fosse por um detalhe tudo seria perfeito. Quando, onde e como já são questões cansativas para mim.
Tenho total consciência de meu espírito livre e isso cria um paradoxo.
Às vezes até eu perco o ponto principal...
Se não fosse o poder de me prender e fazer com que palavras sejam desnecessárias já teria abandonado.
E agora?
Bom, agora mais complicado ainda e sem respostas,
Vou-me embora!
Fui... Leia Mais…
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Nada sei - primeiro poema meu postado aqui
Nada sei
Eu não sei o que acontece,
Eu não sei.
De repente a tarde cai,
A noite acorda,
O dia passa.
E eu não sei.
O que posso fazer
Se eu não sei?
De repente o teto cai,
E a sombra morna,
De um lado ao outro,
Corre passo-a-passo.
Rumo ao extremo
E paralelo sigo a corrente,
Mas eu não sei.
E de repente a gota cai,
E fecho a porta,
Ainda sem resposta.
O sono, adeus!
Assim sou eu,
Que nada sei.
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